Subscribe to our newsletter to stay up to date with tips, news and promotions.

Remake francês estreou em 1º lugar na Netflix, porém fracassa em sua ação desenfreada!



O Salário do Medo: Crítica ao Filme de Julien Leclercq

O

Um filme recentemente lançado pela Netflix, dirigido por Julien Leclercq e baseado na obra de Georges Arnaud, intitulado “O Salário do Medo”, apresenta uma trama que busca explorar a tensão e a adrenalina de uma corrida contra o tempo. No entanto, a narrativa do filme acaba se perdendo em meio a uma série de problemas que comprometem a experiência do espectador.

A história se concentra em Fred, interpretado por Franck Gastambide, um homem que se vê envolvido em uma missão perigosa para explodir um poço de petróleo com uma carga explosiva. A trama mistura conflitos familiares, ganância e ação desenfreada, mas falha em desenvolver de forma consistente os personagens e seus motivos, deixando o público confuso e desconectado da história.

Críticas ao Roteiro e Desenvolvimento

O roteiro do filme deixa a desejar ao não explorar adequadamente os conflitos dos personagens e o contexto em que estão inseridos. Além disso, a falta de uma abordagem mais aprofundada em questões como a relação entre riqueza e pobreza e reivindicações territoriais deixa a trama superficial e pouco envolvente.

A ganância é apresentada como um elemento central na história, mas sua exploração é limitada, prejudicando a construção de um conflito significativo. O filme parece mais preocupado em exibir cenas espetaculares de ação do que em desenvolver uma narrativa coesa e envolvente.

Comparação com Outras Adaptações da Obra

Esta não é a primeira vez que a obra de Georges Arnaud é adaptada para o cinema. Versões anteriores, como o filme de Henri-Georges Clouzot em 1953, receberam reconhecimento e prêmios importantes. No entanto, a versão de Julien Leclercq falha em capturar a essência e o impacto das adaptações anteriores, resultando em um filme genérico e pouco memorável.

Em resumo, “O Salário do Medo” de Julien Leclercq é uma tentativa malsucedida de trazer uma história clássica para os tempos modernos. Com uma narrativa confusa, personagens mal desenvolvidos e uma abordagem superficial de temas importantes, o filme não consegue cativar o público e acaba se perdendo em meio a explosões e ação desenfreada.

Fonte: https://cinepop.com.br/remake-frances-que-estreou-em-1o-lugar-na-netflix-fracassa-em-sua-acao-desenfreada-482256/

Facebook
Twitter
Email
Print

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Similar Articles

Zahy Tentehar, atriz, cantora, ativista e artista visual, homenageia suas raízes indígenas em ‘Falas da Terra’

Artista indígena Zahy Tentehar e sua jornada para representatividade na cultura Muita coisa aconteceu na vida de Zahy Tentehar, desde que ela veio para o Rio de Janeiro aos 19 anos “tentar a sorte”. Nascida na aldeia Colônia, no território indígena Cana Brava, no Maranhão, a atriz, cantora e ativista hoje com 34 anos, apresenta

Read More →