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“Back to Black” de Amy Winehouse: Uma análise sobre a música que agora toca nos elevadores

A Amy Winehouse e o Filme “Back to Black”: Uma Análise Crítica

Ainda há incerteza sobre o verdadeiro impacto de Amy Winehouse no mundo da música, dada a sua trágica morte aos 27 anos. A sua voz pertencia ao jazz ou às canções sentimentais? Ou seria uma mistura de todos esses elementos presentes nos álbuns “Frank” (2003) e “Back to Black” (2006)?

O documentário “Amy” (2015) explorou a vida da cantora de forma profunda, enquanto o filme “Back to Black” parece ser uma versão mais suavizada da história. A diretora Sam Taylor-Johnson optou por retratar Amy de forma mais idealizada, evitando as ambiguidades e nuances presentes no documentário de Kapadia.

O Retrato de Amy Winehouse em “Back to Black”

O filme concentra-se no relacionamento de Amy com Blake Fielder-Civil, tentando retratar cenas de uma vida conjugal. No entanto, a interpretação da protagonista, Marisa Abela, não consegue captar a verdadeira essência da cantora, tornando-a mais acessível e menos complexa do que era na realidade.

Apesar das tentativas de humanização, a solidão e a intensidade de Amy durante os momentos difíceis são suavizadas, enquanto o carisma de Blake Fielder-Civil é retratado de forma idealizada para convencer o público sobre a relação entre os dois.

A Questão da Autenticidade em “Back to Black”

Se questionarmos se vale a pena assistir a “Back to Black”, a resposta pode não ser tão simples. O filme oferece uma visão superficial da vida de Amy Winehouse, evitando confrontar os aspectos mais sombrios e controversos da sua história, e optando por uma narrativa mais suave e simplificada.

Em última análise, “Back to Black” pode ser considerado como uma representação incompleta e idealizada da vida de Amy Winehouse, que deixa de lado a complexidade e as nuances que tornaram a cantora uma figura tão icônica no mundo da música.

Fonte: https://www.publico.pt/2024/04/10/culturaipsilon/critica/back-to-black-amy-winehouse-musica-elevador-2086366

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