Assine nossa newsletter para se manter atualizado com dicas, notícias e promoções.

Novo filme estrelado por Helen Mirren acaba de estrear na Netflix: uma experiência alucinante que vale cada segundo do seu tempo




Anna: A Ascensão da Anti-Heroína Moderna

Anna: A Ascensão da Anti-Heroína Moderna

Histórias protagonizadas com lindas mulheres que se revelam feras implacáveis, cuja natureza assassina se esconde sob uma pele bem-tratada, cabelos sedosos e maquiagem provocante ou arrebatam o público logo de cara, apelando aos atributos físicos dessas musas diabólicas para chegar a seus dramas existenciais, ou degringolam em xaropadas que perdem-se em meio a ideias megalômanas de reviravoltas artificiosas que não chegam jamais a lugar nenhum.

Um Thriller de Ação Intenso

“Anna — O Perigo Tem Nome” oscila entre esses dois polos com equilíbrio cartesiano, característica fundamental de um cineasta que atira petiscos que levam a audiência à direção oposta para a qual deveria ir, enquanto deixa seu lado manipulador extravasar no roteiro. Besson amalgama um par de suas protagonistas mais marcantes (e mais controversas) para compor uma terceira anti-heroína com cujo nome batiza outro grande filme.

Nessa narrativa, a personagem de Anna Poliatova, interpretada magistralmente por Sasha Luss, se destaca como uma mistura única de características marcantes de outras heroínas do cinema. Mas Anna é única.

O Surgimento da Heroína

Numa feira de rua de Moscou, Anna vende matrioscas, as famosas bonequinhas em cujo interior se escondem outras ainda, menores, mas igualmente encantadoras, o que não deixa de ser uma maneira engenhosa de Besson prevenir o espectador quanto ao que pode sair da moça. Ela é descoberta pelo olheiro de uma renomada agência de modelos francesa, e ainda que hesite um pouco, uma vez que estuda biologia na Universidade Estatal, aceita o convite do homem.

O filme narra de forma envolvente a jornada de Anna no mundo da alta moda, sua transformação de manequim de luxo para pistoleira de aluguel e as reviravoltas em sua vida amorosa e profissional. A atuação de Helen Mirren como Olga acrescenta ainda mais profundidade à trama, elevando o filme a um nível ainda mais sedutor.

Conclusão

“Anna — O Perigo Tem Nome” não é apenas mais um filme de ação, mas sim uma obra que explora as nuances da natureza humana, a dualidade entre o bem e o mal, a força feminina e a capacidade de reinventar-se. Com uma trama envolvente, personagens cativantes e reviravoltas surpreendentes, o filme de Luc Besson promete entreter e emocionar o público do início ao fim.


Facebook
Twitter
Email
Print

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Artigos Parecidos

Zahy Tentehar, atriz, cantora, ativista e artista visual, homenageia suas raízes indígenas em ‘Falas da Terra’

Artista indígena Zahy Tentehar e sua jornada para representatividade na cultura Muita coisa aconteceu na vida de Zahy Tentehar, desde que ela veio para o Rio de Janeiro aos 19 anos “tentar a sorte”. Nascida na aldeia Colônia, no território indígena Cana Brava, no Maranhão, a atriz, cantora e ativista hoje com 34 anos, apresenta

Leia Mais →